Sem pudores: fotógrafo registra o submundo de praticantes de BDSM em Nova York

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Atualizado em 9/01/2017

Projeto desnuda e desmistifica o submundo do fetiche em uma das maiores metrópoles do mundo

Samir Abady Projeto desnuda e desmistifica o submundo do fetiche em uma das maiores metrópoles do mundo

Descobrir e documentar o cotidiano de comunidades alternativas e hobbies clandestinos é o que motiva e impulsiona o trabalho do fotógrafo Samir Abady, em Nova York. Com tantas tribos assumidas e expostas nas ruas da Big Apple, fica difícil imaginar algum trabalho inovador ou questionador no universo da fotografia documental. Pois foi exatamente isso que Samir conseguiu nos mostrar com a série “Kink”,  um projeto que mostra os bastidores e submundo dos praticantes de BDSM.

“Kink fala sobre as experiências das dominatrix, suas vidas pessoais, suas personalidades profissionais e a realidade nebulosa entre esses dois mundos. Com essas fotos, estou explorando os aspectos terapêuticos da prática de BDSM, que consiste em bondage, disciplina, sadismo e masoquismo. O objetivo do projeto não é encontrar respostas sobre esse universo, mas tentar entender a paz que os participantes conquistam quando se entregam ao BDSM”, afirma Samir em entrevista ao BuzzFeed.

O fotógrafo apenas pede que seu público tente entender as histórias por trás das fotos antes de julgar os participantes que ali aparecem. Um exemplo é Josh, de 25 anos, praticante de BDSM. Ele nasceu com uma espécie de paralisia cervical e teve o desenvolvimento corporal comprometido devido à doença. Mesmo assim, Josh descobriu no fetiche uma forma de se expressar e sentir prazer, apesar das condições adversas.

Enquanto fotografava essa comunidade, Samir pode perceber que o aspecto físico é menos impactado do que o emocional durante as sessões de BDSM. Veja algumas fotos na galeria abaixo:

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