Luciana Gimenez de biquíni na neve é o momento que o Brasil mais precisava hoje

João Vieira

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Atualizado em 11/01/2017

Luciana Gimenez

Instagram/Reprodução Luciana Gimenez

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Só estava – 3ºC em Aspen, Colorado, nos Estados Unidos, quando Luciana Gimenez resolveu deixar o local onde estava hospedada e ir esquiar de BIQUÍNI pelas montanhas repletas de neve.

“Bom dia! Resolvi dar uma refrescada! Até porque só está -3C!”, escreveu ela na legenda da foto. O momento, um dos mais brasileiros de todos os tempos, ganhou destaque nas redes sociais e divertiu os seguidores dela no Instagram. “Depois fica gripada. Ano passado contei umas 5 vezes você com gripe! Risos”, disse um seguidor preocupado. “Você não existe”, comentou outra.

Luciana Gimenez

Instagram/Reprodução Luciana Gimenez

Luciana Gimenez

Instagram/Reprodução Luciana Gimenez

A linha do tempo de evolução da Globeleza

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1990

Valéria Valença estreou no Carnaval da Globo mesmo antes da Globeleza. Na época, a vinheta ainda não existia e o leme das festividades carnavalescas globais era "a Globo faz escola no Carnaval deita e rola"

Créditos: TV Globo/Reprodução

1991

A primeira vinheta oficialmente Globeleza é muito parecida com a atual, com uma série de participantes ao lado de Valéria, focando menos no corpo dela e mais no todo. Sem contar que foi a mais longa versão que a Globo apresentou, com 1:20 minutos.

Créditos: TV Globo/Reprodução

1992

Valéria Valença aparece completamente nua na vinheta de 1992, com o auxílio de efeitos especiais e truques de ângulo e luz para esconder suas partes íntimas.

Créditos: TV Globo/Reprodução

1993

A primeira vez que a Globo usou um efeito especial notável foi em 93, quando Valéria apareceu multiplicada na tela.

Créditos: TV Globo/Reprodução

1994

A dançarina aparece mais coberta que em suas versões anteriores em 1994.

Créditos: TV Globo/Reprodução

1995

Em 95, ano que a TV Globo fazia 30 anos, Valéria Valença aparece sambando dentro do globo central do logo da emissora.

Créditos: TV Globo/Reprodução

1996

No ano seguinte, Valéria aparece em cima do logo global e, pela primeira vez, habitada dentro da Sapucaí.

Créditos: TV Globo/Reprodução

1997

A vinheta segue o mesmo molde em 97, sem muitas novidades em relação ao ano anterior.

Créditos: TV Globo/Reprodução'

1998

Bastante simples, a vinheta de 98 explorou bastante o corpo de Valéria, sem usar qualquer elemento adicional.

Créditos: TV Globo/Reprodução

1999

Com os seios completamente expostos, a Globeleza de 99 foi duplicada e teve menos pintura corporal que a anterior.

Créditos: TV Globo/Reprodução

2000

Homenageando os 500 anos do Brasil, a Globeleza de 2000 aparece no meio da mata e vestida de índio, com o cabelo longo e mais pinturas corporais.

Créditos: TV Globo/Reprodução

2001

Entrando no novo século, a Globeleza de 2001 abandonou as pinturas corporais e focou na fantasia metalizada.

Créditos: TV Globo/Reprodução

2002

Valéria vestiu as cores da emissora em 2002, com a vinheta mantendo o padrão tradicional.

Créditos: TV Globo/Reprodução

2003

Uma retrospectiva de suas performances marcou a aparição de Valéria Valença em 2003. Na homenagem, a dançarina encerrou a vinheta mostrando o barrigão de grávida em sua última gravação como Globeleza.

Créditos: TV Globo/Reprodução

2004

No primeiro ano sem Valéria, a Globo apostou em uma Globeleza computadorizada, mas o resultado ficou longe de dar certo.

Créditos: TV Globo/Reprodução

2005

Gianne Carvalho teve uma passagem relâmpago pelo quadro, ficando apenas em 2005.

Créditos: TV Globo/Reprodução

2006

Aline Prado assumiu o posto em 2006, ficando até 2013 na função.

Créditos: TV Globo/Reprodução

2007

No Carnaval de 2007, Aline apareceu multiplacada na tela e praticamente nua, sem pintura corporal.

Créditos: TV Globo/Reprodução

2008

As pinturas corporais cheias de efeito e o cabelo novo foram as novidades de Aline como Globeleza em 2008.

Créditos: TV Globo/Reprodução

2009

A dançarina apareceu com uma pintura corporal maior que as anteriores.

Créditos: TV Globo/Reprodução

2010

Cheias de efeitos especiais, a Globeleza de 2010 foi ganhando pinturas corporais durante a vinheta, terminando com o corpo praticamente todo coberto.

Créditos: TV Globo/Reprodução

2011

A Globeleza de 2011 seguiu um padrão semelhante das anteriores, que durou pelos próximos dois anos.

Créditos: TV Globo/Reprodução

2012

Créditos: TV Globo/Reprodução

2013

Em 2013, Aline Prado se despediu do posto sem grandes novidades.

Créditos: TV Globo/Reprodução

2014

A Globeleza mais polêmica de todas foi Nayara Justino. Ela foi alvo de uma série de críticas racistas e demitida em seguida. Na época, o jornal inglês The Guardian fez uma extensa matéria sobre o tema e concluiu que Nayara foi demitida por ser "negra demais".

Créditos: TV Globo/Reprodução

2015

A tese ganhou mais sustentação em 2015, quando Erika Moura substituiu Nayara após ganhar um concurso do Fantástico. Mais clara que sua antecessora, Erika ganhou uma série de elogios dos executivos da emissora, mas acendeu ainda mais a repercussão negativa em cima do quadro, que passou a ser acusado de sexismo e exploração do corpo da mulher negra em prol da divulgação do Carnaval.

Créditos: TV Globo/Reprodução

2016

2016 chegou a Erika Moura seguiu no posto. Mais coberta por pinturas corporais, ela protagonizou o momento mais difícil do quadro em termos de publicidade, uma vez que as críticas ao quadro passaram a ficar insustentáveis.

Créditos: TV Globo/Reprodução

2017

A grande virada da Globeleza aconteceu neste ano. Vestida, Erika Moura protagoniza o vídeo que traz uma série de elementos regionais dos carnavais pelo Brasil. As novidades agradaram o público e ganharam um percentual gigantesco de aprovação nas redes sociais.

Créditos: TV Globo/Reprodução

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