Música em igreja histórica e grupo ucraniano abrem programação do MIMO Festival

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Atualizado em 15/10/2016

MIMO Festival acontece no Centro Histórico de Paraty

O MIMO Festival acontece no Centro Histórico de Paraty

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Em sua 13ª edição, o MIMO Festival, maior evento de música instrumental do País, chegou a Paraty com programação inteiramente gratuita entre os dias 14 e 16 de outubro no Centro Histórico da cidade do litoral do Rio de Janeiro.

Além das sessões de cinema, palestras e workshops musiciais, os concertos do primeiro dia de MIMO começaram em um cenário incrível: a Igreja Matriz de Nossa Senhora dos Remédios, construída em 1646. Ocupar com música lugares históricos é uma das missões do festival.

No altar, Ana de Oliveira Quarteto reproduziu quatro peças de compositores brasileiros. Um público atento e diversificado escutou obras de Heitor Villa-Lobos, Radamés Gnatalli, José Siqueira e César Guerra Peixe.

“A nossa música de câmara não encontra mais tanto espaço no Brasil e no mundo também, então é uma ótima iniciativa termos esta oportunidade. Por isso, damos prioridade a música brasileira e latino-americana porque tem tantas coisas maravilhosas desconhecidas que precisamos mostrar”, contou a violonista Ana de Oliveira ao Virgula.

Ocupar com música lugares históricos é uma das missões do Mimo Festival. Por isso, o primeiro dia da programação de Paraty começou com apresentação de Ana de Oliveira Quarteto no altar da igreja Nossa Senhora dos Remédios. O quarteto de cordas exibiu peças apenas de compositores brasileiros para um público atento e diversificado.

Quarteto de cordas se apresenta no altar de igreja do século 17

Em seguida, mesmo debaixo de chuva, o público lotou a praça da matriz para acompanhar um dos shows imperdíveis do MIMO. Era a vez do quarteto ucraniano DakhaBrakha subir ao palco principal. Um dos mais consagrados grupos da nova música do Leste Europeu e com 12 anos de carreira, eles deixaram a plateia encantada com uma energia única, um visual maravilhoso e uma mistura de sons e instrumentos em que a diferença da língua pouco importou. Tanto que esticaram a apresentação depois de muitos gritos de “mais um”.

“Nós começamos a fazer música para os espetáculos de teatro e foi assim que o DakhaBrakha nasceu”, contaram. O grupo explicou que suas músicas são baseadas nos sons dos ancestrais da Ucrânia, algumas com mais de mil anos. E, junto desta história, eles globalizam o som trazendo instrumentos e referências externos como tambores do Japão, percussão do continente africano e o cajon latino, por exemplo. O resultado é uma música envolvente e hipnotizante!

O quarteto ucraniano DakhaBrakha é um dos mais consagrados grupos da nova música do Leste Europeu e estava na lista dos shows imperdíveis do Mimoo Festival. Com 12 anos de carreira, eles levantaram o público com uma energia única, um visual incrível e mistura de sons e instrumentos em que a diferença da língua pouco importou.

O quarteto ucraniano DakhaBrakha faz uma mistura incrível de sons

Sobre o MIMO
O Circuito MIMO 2016 acontece também em Ouro Preto, Tiradentes, Rio de Janeiro e Olinda. Para mais informações e a programação completa, acesse o site oficial. Em Paraty, as atrações gratuitas vão de 14 a 16 de outubro no Centro Histórico da cidade. Entre as atrações, Emicida e Elza Soares.

Afirmando-se como uma experiência multicultural, inovadora e já tendo sido prestigiado por um público superior a 1 milhão de espectadores, o MIMO Festival promoverá este ano mais de 50 concertos, em espaços do patrimônio público, como igrejas e praças, além de teatros e centros culturais, exibirá 27 filmes inéditos em circuito comercial, que compõem a programação do Festival MIMO de Cinema, workshop e palestras do Fórum de Ideias e a Chuva de Poesia.

Mimo Festival 2016, em Paraty

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Mimo Festival 2016, em Paraty

Ocupar com música lugares históricos é uma das missões do Mimo Festival. Por isso, o primeiro dia da programação de Paraty começou com apresentação de Ana de Oliveira Quarteto no altar da igreja Nossa Senhora dos Remédios. O quarteto de cordas exibiu peças apenas de compositores brasileiros para um público atento e diversificado.

Créditos: Aline Lacerda / Virgula

Mimo Festival 2016, em Paraty

Ocupar com música lugares históricos é uma das missões do Mimo Festival. Por isso, o primeiro dia da programação de Paraty começou com apresentação de Ana de Oliveira Quarteto no altar da igreja Nossa Senhora dos Remédios. O quarteto de cordas exibiu peças apenas de compositores brasileiros para um público atento e diversificado.

Créditos: Aline Lacerda / Virgula

Mimo Festival 2016, em Paraty

Ocupar com música lugares históricos é uma das missões do Mimo Festival. Por isso, o primeiro dia da programação de Paraty começou com apresentação de Ana de Oliveira Quarteto no altar da igreja Nossa Senhora dos Remédios. O quarteto de cordas exibiu peças apenas de compositores brasileiros para um público atento e diversificado.

Créditos: Aline Lacerda / Virgula

Mimo Festival 2016, em Paraty

Ocupar com música lugares históricos é uma das missões do Mimo Festival. Por isso, o primeiro dia da programação de Paraty começou com apresentação de Ana de Oliveira Quarteto no altar da igreja Nossa Senhora dos Remédios. O quarteto de cordas exibiu peças apenas de compositores brasileiros para um público atento e diversificado.

Créditos: Aline Lacerda / Virgula

Mimo Festival 2016, em Paraty

O quarteto ucraniano DakhaBrakha é um dos mais consagrados grupos da nova música do Leste Europeu e estava na lista dos shows imperdíveis do Mimoo Festival. Com 12 anos de carreira, eles levantaram o público com uma energia única, um visual incrível e mistura de sons e instrumentos em que a diferença da língua pouco importou.

Créditos: Aline Lacerda / Virgula

Mimo Festival 2016, em Paraty

O quarteto ucraniano DakhaBrakha é um dos mais consagrados grupos da nova música do Leste Europeu e estava na lista dos shows imperdíveis do Mimoo Festival. Com 12 anos de carreira, eles levantaram o público com uma energia única, um visual incrível e mistura de sons e instrumentos em que a diferença da língua pouco importou.

Créditos: Aline Lacerda / Virgula

Mimo Festival 2016, em Paraty

O quarteto ucraniano DakhaBrakha é um dos mais consagrados grupos da nova música do Leste Europeu e estava na lista dos shows imperdíveis do Mimoo Festival. Com 12 anos de carreira, eles levantaram o público com uma energia única, um visual incrível e mistura de sons e instrumentos em que a diferença da língua pouco importou.

Créditos: Aline Lacerda / Virgula

Mimo Festival 2016, em Paraty

O quarteto ucraniano DakhaBrakha é um dos mais consagrados grupos da nova música do Leste Europeu e estava na lista dos shows imperdíveis do Mimoo Festival. Com 12 anos de carreira, eles levantaram o público com uma energia única, um visual incrível e mistura de sons e instrumentos em que a diferença da língua pouco importou.

Créditos: Aline Lacerda / Virgula

Mimo Festival 2016, em Paraty

O quarteto ucraniano DakhaBrakha é um dos mais consagrados grupos da nova música do Leste Europeu e estava na lista dos shows imperdíveis do Mimoo Festival. Com 12 anos de carreira, eles levantaram o público com uma energia única, um visual incrível e mistura de sons e instrumentos em que a diferença da língua pouco importou.

Créditos: Aline Lacerda / Virgula

Mimo Festival 2016, em Paraty

O quarteto ucraniano DakhaBrakha é um dos mais consagrados grupos da nova música do Leste Europeu e estava na lista dos shows imperdíveis do Mimoo Festival. Com 12 anos de carreira, eles levantaram o público com uma energia única, um visual incrível e mistura de sons e instrumentos em que a diferença da língua pouco importou.

Créditos: Aline Lacerda / Virgula

Mimo Festival 2016, em Paraty

O rapper Emicida cantou por quase duas horas no primeiro dia do Mimo Festival. Além dos seus sucessos, puxou sambas ao lado do ídolo Wilson das Neves, de 80 anos.

Créditos: Aline Lacerda / Virgula

Mimo Festival 2016, em Paraty

O rapper Emicida cantou por quase duas horas no primeiro dia do Mimo Festival. Além dos seus sucessos, puxou sambas ao lado do ídolo Wilson das Neves, de 80 anos.

Créditos: Aline Lacerda / Virgula

Mimo Festival 2016, em Paraty

O rapper Emicida cantou por quase duas horas no primeiro dia do Mimo Festival. Além dos seus sucessos, puxou sambas ao lado do ídolo Wilson das Neves, de 80 anos.

Créditos: Aline Lacerda / Virgula

Mimo Festival 2016, em Paraty

O rapper Emicida cantou por quase duas horas no primeiro dia do Mimo Festival. Além dos seus sucessos, puxou sambas ao lado do ídolo Wilson das Neves, de 80 anos.

Créditos: Aline Lacerda / Virgula

Mimo Festival 2016, em Paraty

O rapper Emicida cantou por quase duas horas no primeiro dia do Mimo Festival. Além dos seus sucessos, puxou sambas ao lado do ídolo Wilson das Neves, de 80 anos.

Créditos: Aline Lacerda / Virgula

Mimo Festival 2016, em Paraty

O rapper Emicida cantou por quase duas horas no primeiro dia do Mimo Festival. Além dos seus sucessos, puxou sambas ao lado do ídolo Wilson das Neves, de 80 anos.

Créditos: Aline Lacerda / Virgula

Mimo Festival 2016, em Paraty

O rapper Emicida cantou por quase duas horas no primeiro dia do Mimo Festival. Além dos seus sucessos, puxou sambas ao lado do ídolo Wilson das Neves, de 80 anos.

Créditos: Aline Lacerda / Virgula

Mimo Festival 2016, em Paraty

O rapper Emicida cantou por quase duas horas no primeiro dia do Mimo Festival. Além dos seus sucessos, puxou sambas ao lado do ídolo Wilson das Neves, de 80 anos.

Créditos: Aline Lacerda / Virgula

Mimo Festival 2016, em Paraty

De Cabo Verde, o cantor e compositor Mário Lúcio abriu o segundo dia de concertos do MIMO Festival, em Paraty. O ex-ministro da Cultura do país africano fez uma apresentação com voz e violão no altar da Igreja Santa Rita, uma construção de quase 300 anos e mesclou suas canções para dar uma aula de históra e contar de forma descontraída a história da chegada dos portugueses e da miscigenação do seu povo.

Créditos: Aline Lacerda / Virgula

Mimo Festival 2016, em Paraty

De Cabo Verde, o cantor e compositor Mário Lúcio abriu o segundo dia de concertos do MIMO Festival, em Paraty. O ex-ministro da Cultura do país africano fez uma apresentação com voz e violão no altar da Igreja Santa Rita, uma construção de quase 300 anos e mesclou suas canções para dar uma aula de históra e contar de forma descontraída a história da chegada dos portugueses e da miscigenação do seu povo.

Créditos: Aline Lacerda / Virgula

Mimo Festival 2016, em Paraty

De Cabo Verde, o cantor e compositor Mário Lúcio abriu o segundo dia de concertos do MIMO Festival, em Paraty. O ex-ministro da Cultura do país africano fez uma apresentação com voz e violão no altar da Igreja Santa Rita, uma construção de quase 300 anos e mesclou suas canções para dar uma aula de históra e contar de forma descontraída a história da chegada dos portugueses e da miscigenação do seu povo.

Créditos: Aline Lacerda / Virgula

Mimo Festival 2016, em Paraty

Ainda no Centro Histórico de Paraty, o MIMO continuou no altar da Igreja da Matriz com show do duo Ricardo Herz e Samuca do Acordeon. Eles lançaram seu álbum 'Novos rumos' no evento e mesclaram o repertório com composições próprias e reproduções de Luiz Gonzaga e Dominguinhos. "O disco é uma coletânea das nossas influências. Eu sou do sul, então tem o tango argentino e outros estilos. O Ricardo é de São Paulo, foi para Europa tocar jazz e é apaixonado por forró. Então, nossas músicas são resultado desta 'misturança' toda", explicou Samuca.

Créditos: Aline Lacerda / Virgula

Mimo Festival 2016, em Paraty

Ainda no Centro Histórico de Paraty, o MIMO continuou no altar da Igreja da Matriz com show do duo Ricardo Herz e Samuca do Acordeon. Eles lançaram seu álbum 'Novos rumos' no evento e mesclaram o repertório com composições próprias e reproduções de Luiz Gonzaga e Dominguinhos. "O disco é uma coletânea das nossas influências. Eu sou do sul, então tem o tango argentino e outros estilos. O Ricardo é de São Paulo, foi para Europa tocar jazz e é apaixonado por forró. Então, nossas músicas são resultado desta 'misturança' toda", explicou Samuca.

Créditos: Aline Lacerda / Virgula

Mimo Festival 2016, em Paraty

Ainda no Centro Histórico de Paraty, o MIMO continuou no altar da Igreja da Matriz com show do duo Ricardo Herz e Samuca do Acordeon. Eles lançaram seu álbum 'Novos rumos' no evento e mesclaram o repertório com composições próprias e reproduções de Luiz Gonzaga e Dominguinhos. "O disco é uma coletânea das nossas influências. Eu sou do sul, então tem o tango argentino e outros estilos. O Ricardo é de São Paulo, foi para Europa tocar jazz e é apaixonado por forró. Então, nossas músicas são resultado desta 'misturança' toda", explicou Samuca.

Créditos: Aline Lacerda / Virgula

Mimo Festival 2016, em Paraty

Ainda no Centro Histórico de Paraty, o MIMO continuou no altar da Igreja da Matriz com show do duo Ricardo Herz e Samuca do Acordeon. Eles lançaram seu álbum 'Novos rumos' no evento e mesclaram o repertório com composições próprias e reproduções de Luiz Gonzaga e Dominguinhos. "O disco é uma coletânea das nossas influências. Eu sou do sul, então tem o tango argentino e outros estilos. O Ricardo é de São Paulo, foi para Europa tocar jazz e é apaixonado por forró. Então, nossas músicas são resultado desta 'misturança' toda", explicou Samuca.

Créditos: Aline Lacerda / Virgula

Mimo Festival 2016, em Paraty

Ainda no Centro Histórico de Paraty, o MIMO continuou no altar da Igreja da Matriz com show do duo Ricardo Herz e Samuca do Acordeon. Eles lançaram seu álbum 'Novos rumos' no evento e mesclaram o repertório com composições próprias e reproduções de Luiz Gonzaga e Dominguinhos. "O disco é uma coletânea das nossas influências. Eu sou do sul, então tem o tango argentino e outros estilos. O Ricardo é de São Paulo, foi para Europa tocar jazz e é apaixonado por forró. Então, nossas músicas são resultado desta 'misturança' toda", explicou Samuca.

Créditos: Aline Lacerda / Virgula

Mimo Festival 2016, em Paraty

Ainda no Centro Histórico de Paraty, o MIMO continuou no altar da Igreja da Matriz com show do duo Ricardo Herz e Samuca do Acordeon. Eles lançaram seu álbum 'Novos rumos' no evento e mesclaram o repertório com composições próprias e reproduções de Luiz Gonzaga e Dominguinhos. "O disco é uma coletânea das nossas influências. Eu sou do sul, então tem o tango argentino e outros estilos. O Ricardo é de São Paulo, foi para Europa tocar jazz e é apaixonado por forró. Então, nossas músicas são resultado desta 'misturança' toda", explicou Samuca.

Créditos: Aline Lacerda / Virgula

Mimo Festival 2016, em Paraty

Ainda no Centro Histórico de Paraty, o MIMO continuou no altar da Igreja da Matriz com show do duo Ricardo Herz e Samuca do Acordeon. Eles lançaram seu álbum 'Novos rumos' no evento e mesclaram o repertório com composições próprias e reproduções de Luiz Gonzaga e Dominguinhos. "O disco é uma coletânea das nossas influências. Eu sou do sul, então tem o tango argentino e outros estilos. O Ricardo é de São Paulo, foi para Europa tocar jazz e é apaixonado por forró. Então, nossas músicas são resultado desta 'misturança' toda", explicou Samuca.

Créditos: Aline Lacerda / Virgula

Elza Soares no MIMO Festival, em Paraty

A cantora de 79 anos apresentou as canções do seu novo trabalho, 'A Mulher do Fim do Mundo'. Ovacionada, Elza Soares conversou com o público e mandou recado para as mulheres que sofrem violência: "mulher tem que gritar mesmo".

Créditos: Aline Lacerda / Virgula

Elza Soares no MIMO Festival, em Paraty

A cantora de 79 anos apresentou as canções do seu novo trabalho, 'A Mulher do Fim do Mundo'. Ovacionada, Elza Soares conversou com o público e mandou recado para as mulheres que sofrem violência: "mulher tem que gritar mesmo".

Créditos: Aline Lacerda / Virgula

Elza Soares no MIMO Festival, em Paraty

A cantora de 79 anos apresentou as canções do seu novo trabalho, 'A Mulher do Fim do Mundo'. Ovacionada, Elza Soares conversou com o público e mandou recado para as mulheres que sofrem violência: "mulher tem que gritar mesmo".

Créditos: Aline Lacerda / Virgula

Elza Soares no MIMO Festival, em Paraty

A cantora de 79 anos apresentou as canções do seu novo trabalho, 'A Mulher do Fim do Mundo'. Ovacionada, Elza Soares conversou com o público e mandou recado para as mulheres que sofrem violência: "mulher tem que gritar mesmo".

Créditos: Aline Lacerda / Virgula

Elza Soares no MIMO Festival, em Paraty

A cantora de 79 anos apresentou as canções do seu novo trabalho, 'A Mulher do Fim do Mundo'. Ovacionada, Elza Soares conversou com o público e mandou recado para as mulheres que sofrem violência: "mulher tem que gritar mesmo".

Créditos: Aline Lacerda / Virgula

Elza Soares no MIMO Festival, em Paraty

A cantora de 79 anos apresentou as canções do seu novo trabalho, 'A Mulher do Fim do Mundo'. Ovacionada, Elza Soares conversou com o público e mandou recado para as mulheres que sofrem violência: "mulher tem que gritar mesmo".

Créditos: Aline Lacerda / Virgula

Mimo Festival 2016, em Paraty

Coube a Cheikh Lô, direto do Senegal fechar a noite. Acompanhado de quatro músicos incríveis, ele mostrou seu talento na bateria, guitarra e vocais.

Créditos: Aline Lacerda / Virgula

Mimo Festival 2016, em Paraty

Coube a Cheikh Lô, direto do Senegal fechar a noite. Acompanhado de quatro músicos incríveis, ele mostrou seu talento na bateria, guitarra e vocais.

Créditos: Aline Lacerda / Virgula

Mimo Festival 2016, em Paraty

Coube a Cheikh Lô, direto do Senegal fechar a noite. Acompanhado de quatro músicos incríveis, ele mostrou seu talento na bateria, guitarra e vocais.

Créditos: Aline Lacerda / Virgula

Mimo Festival 2016, em Paraty

Coube a Cheikh Lô, direto do Senegal fechar a noite. Acompanhado de quatro músicos incríveis, ele mostrou seu talento na bateria, guitarra e vocais.

Créditos: Aline Lacerda / Virgula

Mimo Festival 2016, em Paraty

Coube a Cheikh Lô, direto do Senegal fechar a noite. Acompanhado de quatro músicos incríveis, ele mostrou seu talento na bateria, guitarra e vocais.

Créditos: Aline Lacerda / Virgula

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Coube a Cheikh Lô, direto do Senegal fechar a noite. Acompanhado de quatro músicos incríveis, ele mostrou seu talento na bateria, guitarra e vocais.

Créditos: Aline Lacerda / Virgula

Mimo Festival 2016, em Paraty

Grupo gaúcho lança o CD 'Subtropical Temperado' no festival e, no palco, mostrou uma música vibrante feita da mistura de eletrônico, voz, sanfona e ritmos latinos

Créditos: Aline Lacerda / Virgula

Mimo Festival 2016, em Paraty

Grupo gaúcho lança o CD 'Subtropical Temperado' no festival e, no palco, mostrou uma música vibrante feita da mistura de eletrônico, voz, sanfona e ritmos latinos

Créditos: Aline Lacerda / Virgula

Mimo Festival 2016, em Paraty

Grupo gaúcho lança o CD 'Subtropical Temperado' no festival e, no palco, mostrou uma música vibrante feita da mistura de eletrônico, voz, sanfona e ritmos latinos

Créditos: Aline Lacerda / Virgula

Mimo Festival 2016, em Paraty

Grupo gaúcho lança o CD 'Subtropical Temperado' no festival e, no palco, mostrou uma música vibrante feita da mistura de eletrônico, voz, sanfona e ritmos latinos

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Mimo Festival 2016, em Paraty

Hamilton de Holanda e o Baile do Almeidinha encerrou a edição do Paraty do festival. Os músicos tocaram clássicos da música popular brasileira e não deixaram ninguém parado no Centro Histórico de Paraty

Créditos: Aline Lacerda / Virgula

Mimo Festival 2016, em Paraty

Hamilton de Holanda e o Baile do Almeidinha encerrou a edição do Paraty do festival. Os músicos tocaram clássicos da música popular brasileira e não deixaram ninguém parado no Centro Histórico de Paraty

Créditos: Aline Lacerda / Virgula

Mimo Festival 2016, em Paraty

Hamilton de Holanda e o Baile do Almeidinha encerrou a edição do Paraty do festival. Os músicos tocaram clássicos da música popular brasileira e não deixaram ninguém parado no Centro Histórico de Paraty

Créditos: Aline Lacerda / Virgula

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Hamilton de Holanda e o Baile do Almeidinha encerrou a edição do Paraty do festival. Os músicos tocaram clássicos da música popular brasileira e não deixaram ninguém parado no Centro Histórico de Paraty

Créditos: Aline Lacerda / Virgula

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Hamilton de Holanda e o Baile do Almeidinha encerrou a edição do Paraty do festival. Os músicos tocaram clássicos da música popular brasileira e não deixaram ninguém parado no Centro Histórico de Paraty

Créditos: Aline Lacerda / Virgula

 

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