15 filmes inesquecíveis que foram dirigidos por mulheres que você precisa ver (ou rever)

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Atualizado em 8/06/2017

Filmes dirigidos por mulheres

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Muito tem se falado do sucesso de Mulher-Maravilha, que foi dirigido por uma mulher, a diretora Patty Jenkins. O filme da heroína da DC Comics tem batido recordes e vem sendo apontado como um dos melhores na safra de filmes de heróis.

Para quem não sabe, Patty Jenkins é responsável por um outro filme de sucesso: Monster ‑ Desejo Assassino. O filme é baseado na história de Aileen Wuornos, uma ex-prostituta que foi executada em 2002 pela morte de sete homens no final da década de 80 e início da década de 90. Charlize Theron viveu Aileen e ganhou o Oscar de Melhor Atriz por esse trabalho.

Pensando nesse sucesso de Patty Jenkins a frente de Mulher-Maravilha, decidimos separar 15 filmes inesquecíveis que foram dirigidos por mulheres que você precisa ver ou até rever. Confira:

15 filmes inesquecíveis dirigidos por mulheres

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Quero Ser Grande (1988), dirigido por Penny Marshall

Quero Ser Grande é um filme muito amado e querido do público. Na história, o menino Josh Baskin, 12 anos, em um homem de 30 anos de idade, vivido por Tom Hanks. Ele vai para Nova York e começa a trabalhar em uma loja de brinquedos. O proprietário da empresa promove Josh para testar novos brinquedos. Porém, a pressão de viver como adulto começa a bater e ele quer voltar a ser um menino novamente.

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O Piano (1993), dirigido por Jane Campion

O filme de Jane Campion venceu três Oscars - Melhor Atriz, para Holly Hunter; Melhor Atriz Coadjuvante, para Anna Paquin; Melhor Roteiro Original, para Jane Campion. O longa conta a história de uma mulher muda que se vai viver com a filha na Nova Zelândia para um casamento arranjado, porém ela acaba se envolvendo com outro homem local.

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Os Batutinhas (1994), dirigido por Penelope Spheeris

É um clássico dos anos 90 e muito amado por aí! Quem aí lembra de Os Batutinhas? É um filme de comédia e uma adaptação da série de televisão Our Gang de Hal Roach. Batatinha (Travis Tedford), Porky (Zachary Mabry), Alfalfa (Bug Hall), Stymie (Kevin Jamal Woods) e outros meninos integram um grupo de garotos que detesta garotas. Porém, tudo muda quando Alfafa se apaixona por Darla (Brittany Ashton Holmes) e o clube se sente traído...

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As Patricinhas de Beverly Hills (1995), dirigido por Amy Heckerling

Outro clássico dos anos 90, que divertiu muita gente! Na história, a jovem Cher (Alicia Silverstone) passa seu tempo em conversas fúteis e fazendo compras com amigas.As coisas mudam com a chegada do enteado de seu pai, Josh (Paul Rudd).

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Meninos Não Choram (1999), dirigido por Kimberly Peirce

Kimberly Peirce foi a responsável por nos trazer a história real de Brandon Teena, identificado biologicamente como mulher, mas vivia e se apresentava como homem. No papel principal, Hilary Swank, que ganhou Oscar de Melhor Atriz

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Psicopata Americano (2000), diretora Mary Harron

O filme conta a história de Patrick Bateman (Christian Bale) um jovem branco, bonito e nada que o diferencie de seus colegas de Wall Street. Protegido por seu status, Bateman é também um serial killer. Seus impulsos assassinos são abastecidos por um zeloso materialismo e uma inveja torturante quando ele encontra alguém que possui mais do que ele.

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Bicho de Sete Cabeças (2001), dirigido por Laís Bodanzky

Na história dirigida pela cineasta brasileira, Seu Wilson (Othon Bastos) e seu filho Neto (Rodrigo Santoro) tem um relacionamento difícil. Wilson despreza o mundo de Neto. A situação entre os dois atinge seu limite e Neto é enviado para um manicômio.

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Encontros e Desencontros (2003), dirigido por Sofia Coppola

Sofia Coppola tem muitos filmes inesquecíveis. Encontros e Desencontros é um deles. Em uma viagem ao Japão, Bob Harris (Bill Murray) e Charlotte (Scarlett Johansson) se conhecem e dividem noites de insônia em um hotel de luxo.

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Guerra Ao Terror (2008), dirigido por Kathryn Bigelow

Kathryn Bigelow foi a primeira mulher a ganhar o Oscar de Melhor Direção. O longa que lhe rendeu o prêmio fala sobre um esquadrão anti-bombas na Guerra do Iraque. O filme levou mais 5 Oscars além de Melhor Direção (Melhor Filme, Melhor Edição, Melhor Roteiro Original, Melhor Som e Melhor Edição de Som).

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Minhas mães e meu pai (2010), por Lisa Cholodenko

No filme, Jules (Julianne Moore) e Nic (Annette Bening) são um casal que tem dois filhos, Joni (Mia Wasikowaska) e Laser (Josh Hutcherson), por meio de uma insiminação artificial. Já grandes, todos decidem se reaproximar do pai biológico de Joni e Laser, Paul (Mark Ruffalo).

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Precisamos Falar Sobre o Kevin (2011), dirigido por Lynne Ramsay

No filme, Eva (Tilda Swinton) mora sozinha e teve sua casa e carro pintados de vermelho. Maltratada nas ruas, ela tenta recomeçar a vida. No passado, vivia com seu marido Franklin (John C. Reilly) e seus dois filhos: Kevin (Jasper Newell/Ezra Miller) e Celia (Ashley Gerasimovich). O relacionamento com Kevin, sempre foi tubulendo, mas ela nunca imaginaria o que o filho seria capaz de fazer.

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Tomboy (2011), dirigido por Céline Sciamma

Laurie é uma menina de 10 anos que tem dificuldades de socialização. Ela se faz passar por garoto para fazer amizade com as crianças da vizinhança. Só que ela tem crescente conexão com a amiga Lisa e isso gera uma forte crise de identidade.

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O Sonho de Wadjda (2012), dirigido por Haifaa al-Mansour

'O Sonho de Wadjda' foi o primeiro filme dirigido por uma mulher na Arábia Saudita. Na história, Wadjda é uma criança criada entre a rigidez de sua cultura e as tentações da cultura pop internacional. Seu maior sonho é ter uma bicicleta, só que ela não pode tê-la, porque é menina

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Selma (2014), dirigido por Ava Duvernay

Mulher e negra, Ava Duvernay dirigiu Selma, que mostra um período da trajetória de Martin Luther King e denuncia a violência contra os negros norte-americanos na luta por seus direitos. Levou o Oscar de 'Melhor Canção' por 'Glory', de John Legend e Common. Foi indicado a Melhor Filme, mas perdeu para 'Birdman'

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Que Horas Ela Volta?, dirigido por Anna Muylaert

Na história dirigida pela cineasta brasileira, a pernambucana Val (Regina Casé) se muda para São Paulo para dar melhores condições para sua filha Jéssica (Camila Márdila), que ela deixa no interior de Pernambuco para ser babá de Fabinho (Michel Joelsas) e morar na casa dos patrões. Treze anos depois, quando o menino vai prestar vestibular, Jéssica telefona, pedindo ajuda para ir à São Paulo, querendo prestar a mesma prova. As coisas se complicam quando a menina não segue os mesmo protocolos perente os patrões da mãe. O filme ganhou prêmios do Festival de Sundance e de Berlim.

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