Klingon, Dothraki? As 10 línguas dos filmes e das séries que você pode aprender agora

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Atualizado em 31/01/2017

Senhor dos Anéis, Game of Thrones, Harry Potter, Star Trek. Todos esses filmes e séries estão na ficção, porém isso não impede de que novas línguas sejam criadas especialmente para eles.

E, acredite ou não, muitas delas você pode aprender em casa. Isso mesmo.

Veja na nossa galera as 10 línguas da ficção que você pode aprender agora:

As 10 línguas criadas pela ficção que você pode aprender agora

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Dothraki (Game of Thrones)

A língua de Game of Thrones foi criada pelo linguista David J. Peterson a partir dos livros de George R. R. Martin, que deram origem à série. O idioma é uma combinação de sons árabes e espanhóis com suaíli e estoniano. Além disso, Peterson também escreveu um livro ensinando Dothraki aos fãs.

Créditos: Divulgação

Na´vi (Avatar)

O diretor de Avatar, James Cameron, convidou o linguista Dr. Paul Frommer para criar a língua dos aliens do filme. O Na´vi é uma mistura de etíope com o maori da Nova Zelândia. A língua que possuia cerca de 1000 palavras na época do lançamento do filme, em 2009, não parou de crescer e Frommer até hoje acrescenta novas palavras e regras gramaticais no Na´vi em seu site.

Créditos: Divulgação

Nadsat (Laranja Mecânica)

A língua foi criada pelo escritor Anthony Burgess para o romance Laranja Mecânica, de 1962, e usada também no filme de Stanley Kubrick, de 1971. Basicamente o Nadsat é o inglês com algumas palavras russas e ciganas. O próprio nome "Nadsat" vem da palavra russa para "adolescente".

Créditos: Divulgação

Idioma alienígena (Futurama)

A língua alienígena do desenho animado nada mais era do que uma substituição cifrada das letras do nosso alfabeto. A linguagem aparece como pixos nas paredes e em placas. Os fãs, obviamente, logo decifraram o código e os criadores de Futurama precisaram inventar um segundo idioma, baseado em equações matemáticas, dificultando a vida dos telespectadores mais atentos.

Créditos: Divulgação

Ofidioglossia (Harry Potter)

A língua criada por J.K. Rowling para a série Harry Potter é o idioma das serpentes e todos os ofidioglotas (quem fala ofidioglossia) são descendentes diretos de Salazar Sonserina, com exceção de Harry. J.K Rowling também escreveu um guia básico de ofidioglossia em seu site.

Créditos: Divulgação

Minionese (Minions)

Pierre Coffin, um dos diretores de Meu Malvado Favorito, criou o idioma para o filme. Ao contrário do que muitos pensam, os Minions não estão falando qualquer coisa engraçadinha, mas é uma mistura de espanhol, francês, japonês, coreano, tagalog e inglês.

Créditos: Divulgação

Línguas élficas (Senhor dos Anéis)

O escritor J.R.R. Tolkien criou as línguas élficas, Quenya e Sindarin, antes mesmo de escrever os livros da série O Senhor dos Anéis e O Hobbit. O Quenya é a língua falada pelos elfos não-Telerin que alcançaram Valinor ("Altos-elfos") e o Sindarin é a língua dos Sindar (Teleris que foram deixados para trás na Grande Marcha dos Elfos). Tolkien criou tudo a partir do finlandês e do galês, acrescentando alguns elementos de grego e latim.

Créditos: Divulgação

Huttesa (Star Wars)

A língua oficial de Jabba the Hutt foi criada por Ben Burtt para O Retorno de Jedi, de 1983. O Huttesa é derivado de um dialeto inca chamado Quechua e além de Jabba, alguns outros personagens, como C-3PO, Anakin Skywalker e Watto também falam a língua.

Créditos: Divulgação

Klingon (Star Trek)

Criado para Jornada nas Estrelas: O Filme, de 1979, o Klingon era composto por poucas palavras e frases. Ao longo dos anos foi criando forma por meio das mãos do linguista Marc Okrand, que desenvolveu a língua a partir do que o ator James Doohan havia inventado no filme. Em 1985, Okrand criou o Dicionário Klingon, que ensina as regras gramaticais, pronúncia e o vocabulário. Hoje, até peças de Shakespeare já foram traduzidas para o Klingon.

Créditos: Divulgação

Atlante (Atlantis: O Reino Perdido)

Marc Okrand, o mesmo linguista que criou o Klingon, de Star Trek, foi chamado pela Disney para inventar uma nova língua para Atlantis: O Reino Perdido. Okrand criou o Atlante, que nada mais é do que uma mistura de palavras indo-européias com línguas sumérias e da América do Norte.

Créditos: Divulgação

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